França libera mulheres do dever conjugal
Mais uma lei feminista avança na França com o claro objetivo de exterminar o casamento.

Recentemente, a França passou leis promulgando que "deveres conjugais" não mais exigem o dever de fazer sexo com o parceiro.
Esse é um dever mútuo consagrado pela religião, tradição familiar e pelas leis, a ponto de um matrimônio poder ser declarado nulo, tanto no civil quanto no religioso, caso uma das partes falte com sua obrigação: tanto o homem quanto a mulher "devem" sexo um ao outro, no sentido mesmo de um débito que dá ao outro cônjuge o direito de cobrar o seu crédito.
Mas há detalhes interessantes.
O projeto é com claro foco em a mulher não ter esse dever, para o homem o dever segue de pé mas seus direitos não. A base deste novo direito seria uma nova doutrina jurídica onde o casamento não implica em consentimento automático. Segundo uma matéria da BBC, que trata dessa nova lei, o "estupro marital" seria uma realidade de violência que impõe aos legisladores uma proteção legal a esposa "vítima".
O desdobramento da lei conclui que é condenável um marido usar abstinência sexual como razão para divórcio. Em resumo: homens além de perderem o direito de cobrar o dever conjugal das mulheres, sob risco de cometerem crime, ficarão sem os meios legais disponíveis para desfazer um casamento que talvez nunca tenha sido válido.
O impacto do feminismo nas leis está transformando mulheres em verdadeiras divindades, dotadas de direitos absolutos. E o Brasil virou laboratório experimental de muitas delas. Não duvidem: não demora muito e essa famigerada lei chegará por aqui e o pior: com o apoio da bancada evangélica e da direita conservadora, que tem medo de ser chamada de misógina.