Formação e Doutrina
A minha única crítica aos tradicionalistas
Embora defenda corretamente a Tradição, a Missa de sempre e a crítica ao modernismo, parte do meio tradicionalista católico assimilou pressupostos do liberalismo econômico, afastando-se da Doutrina Social da Igreja e da realidade concreta das famílias e dos trabalhadores. O resultado é um tradicionalismo por vezes elitista, esteticista e socialmente indiferente, incapaz de compreender que a restauração católica também exige uma ordem econômica, política e comunitária submetida à justiça, ao bem comum e à realeza social de Cristo.
Sem Dom Marcel Lefebvre, a Missa Tridentina teria desaparecido
Em defesa de Dom Marcel Lefebvre.
Papa Leão XIV publica primeira encíclica e alerta para riscos da Inteligência Artificial
Em Magnifica Humanitas, Pontífice afirma que a tecnologia deve servir à dignidade humana, ao trabalho, à verdade e ao bem comum — e não ao poder de poucos
A espiritualidade do deserto como antídoto à hiperestimulação moderna
A tradição dos Padres do Deserto, transmitida pela Philokalia, oferece uma espiritualidade centrada no silêncio interior e na oração contínua que, sob o nome de hesicasmo, propõe a restauração da unidade do coração humano diante de Deus. Em um mundo marcado pela fragmentação da atenção e pelo excesso de estímulos, essa antiga via cristã reaparece como convite à interioridade e à paz espiritual.
Uma Defesa Católica da Licitude da Pena de Morte
Este artigo defende que a pena de morte sempre foi considerada lícita pela Tradição católica, pelos Pais e Doutores da Igreja, pelo Catecismo Romano de Trento, pelo Catecismo de São Pio X e pelo Magistério anterior ao Vaticano II. O texto argumenta que a atual condenação da pena capital como “inadmissível”, presente no Catecismo após a alteração de 2018, não representa simples desenvolvimento doutrinal, mas uma ruptura com o ensino tradicional da Igreja. A tese central é que a pena de morte, quando aplicada pela autoridade legítima, com devido processo, reta intenção e proporcionalidade, pertence ao campo da justiça retributiva e do bem comum, não podendo ser reduzida apenas à questão dos meios modernos de contenção criminal.
Deus da fé e o Deus da vontade: como a interpretação livre gera a escravidão do pecado
Erick Labanca Garcia é graduando em Direito e escritor.
A fé racional no cristianismo
Erick Labanca é graduando em Direito e autor de artigos teológicos, filosóficos e jurídicos.
Semana Santa e a Paixão de Cristo
Erick Labanca é graduando em Direito e escritor de artigos de cunho teológico, filosófico e jurídico.
Cristo, o Deus da história e da distinção plena entre o justo e o injusto.
Cristo se destaca na história das religiões por unir base histórica sólida e perfeição moral absoluta. Diferente de figuras míticas como Krishna ou Rama, Jesus existiu em contexto concreto e sua vida não apresenta qualquer desvio ético — sendo o parâmetro máximo para distinguir o justo do injusto, especialmente na sua paixão e condenação.








