Editoria

Opinião

Cinco pontos contra a decisão do STF no caso Mari Ferrer
Opinião24 de jun. de 2026

Cinco pontos contra a decisão do STF no caso Mari Ferrer

O presente processo tem origem na acusação formulada por Mariana Ferrer contra André de Camargo Aranha pela suposta prática do crime de estupro ocorrido em 2018, em estabelecimento localizado em Santa Catarina.

Por Rafael Queiroz
Réquiem para o Brasil
Opinião17 de jun. de 2026

Réquiem para o Brasil

Entre a memória de uma grande civilização possível e a realidade de um país cultural, político e espiritualmente em ruínas.

Por Eduardo Carvalho
"Vítimas dos Narcisistas": a nova identidade fomentada nas redes sociais
Opinião16 de jun. de 2026

"Vítimas dos Narcisistas": a nova identidade fomentada nas redes sociais

O novo identitarismo em curso é dos que "sofreram na mão de narcisistas". E nesse nicho há os que foram vítimas de pais, mães, esposos, amigos ou chefes narcisistas,

Por Rafael Queiroz
O Corporativismo e o Catolicismo Social em René de La Tour du Pin: um modelo para um dos problemas do mundo moderno
Opinião16 de mai. de 2026

O Corporativismo e o Catolicismo Social em René de La Tour du Pin: um modelo para um dos problemas do mundo moderno

Uma exposição sobre a crítica católica ao liberalismo, apontando que a dissolução dos corpos intermediários — família, Igreja, municípios, corporações profissionais e comunidades orgânicas — lançou o indivíduo ao isolamento diante do Estado e do capital. A partir das formulações de René de La Tour du Pin e Albert de Mun, uma explicação do corporativismo cristão como alternativa tanto ao capitalismo liberal quanto ao socialismo revolucionário, distinguindo-o da apropriação centralizadora feita pelo fascismo italiano. Diante da concentração financeira e transnacional do capital contemporâneo, sustento que a restauração de uma sociedade corporativa exigiria ação política do Estado, não para absorver a sociedade, mas para reconstruir juridicamente os corpos sociais sob o princípio da subsidiariedade.

Por Eduardo Carvalho
Laureano Gómez: o católico tradicionalista que enfrentou a democracia liberal na Colômbia
Opinião5 de mai. de 2026

Laureano Gómez: o católico tradicionalista que enfrentou a democracia liberal na Colômbia

Laureano Gómez foi uma das figuras mais importantes do conservadorismo católico hispano-americano no século XX. Ex-presidente da Colômbia, intelectual tradicionalista, crítico da democracia liberal e defensor da ordem cristã, Gómez viu na política uma missão civilizacional: preservar a fé católica, a hispanidade, a autoridade e a continuidade histórica contra o liberalismo, o comunismo e a dissolução moral da modernidade.

Por Eduardo Carvalho
Ou se é católico, ou se é olavista: o esoterismo gnóstico de Olavo de Carvalho em O Jardim das Aflições
Opinião24 de abr. de 2026

Ou se é católico, ou se é olavista: o esoterismo gnóstico de Olavo de Carvalho em O Jardim das Aflições

Ao tratar a crise espiritual do Ocidente como fruto da ruptura entre “Pequenos Mistérios” e “Grandes Mistérios”, Olavo de Carvalho revela, em O Jardim das Aflições, uma concepção nitidamente gnóstica, esotérica e iniciática, incompatível com a fé católica. Ao apresentar a maçonaria como via legítima de iniciação subordinada a uma tradição superior, Olavo desloca a salvação do terreno da Revelação pública da Igreja para uma lógica de ascensão espiritual por graus. O resultado é claro: sob linguagem cristã, o olavismo abriga uma estrutura de pensamento estranha ao catolicismo. Ou se é católico, ou se é olavista.

Por Eduardo Carvalho
Nossa Democracia é Romana ou Grega?
Opinião19 de abr. de 2026

Nossa Democracia é Romana ou Grega?

A diferença entre os dois modelos de democracia ajuda a entender os vícios oligárquicos do Estado Brasileiro.

Por Rafael Queiroz
As portas do inferno não prevalecerão contra a Santa Igreja Católica!
Opinião15 de abr. de 2026

As portas do inferno não prevalecerão contra a Santa Igreja Católica!

Erick Labanca é graduando em Direito e autor nas áreas de Direito, filosofia e teologia.

Por João Jorge Neto
Como Vargas e a CLT Salvaram o Brasil de uma Revolução Comunista
Opinião8 de abr. de 2026

Como Vargas e a CLT Salvaram o Brasil de uma Revolução Comunista

Em meio ao caldeirão social da República Velha — marcado por trabalho semi-escravo no campo, jornadas extenuantes de até 14 horas nas cidades, repressão policial violenta às greves operárias e a máxima de que "questão social é caso de polícia" — o Brasil caminhava a passos largos para uma convulsão revolucionária de inspiração bolchevique. Foi a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, a partir de 1930, e a subsequente institucionalização de direitos trabalhistas consagrados na CLT que desarmaram esse cenário pré-revolucionário, cooptando a classe operária por meio de conquistas legais e esvaziando o apelo das ideias comunistas no país. A tese histórica é clara: sem Vargas e sua política trabalhista, o Brasil teria, muito provavelmente, sucumbido a uma revolução socialista bem-sucedida.

Por Eduardo Carvalho
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